"Barbárie ou O Que – Quais são as perspectivas de sobrevivência da espécie humana no século XXI?"

BARBÁRIE OU O QUE?

 

Se, no início do século XX, Rosa Luxemburgo ainda podia defender a ideia de que a humanidade precisava escolher entre o socialismo e a barbárie, hoje, diante das experiências acumuladas do socialismo real, a questão da emancipação social, enquanto desafio indispensavelmente internacional, se revela como questão aberta, que precisa serlevantada a partir das especificidades históricas e sócio-culturais de cada continente, de cada país e cada região. E se quisermos nos livrar do peso das gerações mortas que, conforme Marx, oprime o cérebro dos vivos, precisamos reconhecer que as supostas certezas político-ideológicas do passado não movimentam mais osmoinhos do futuro.

 

Na realidade, a única certeza que temos é a de que os esforços desenvolvimentistas de todas as matizes ideológicas não resolveram a questão social na nossa assim chamada vila global que continua tão desigual quanto antes e, certamente, a solução desta questão não se dará através da universalização dos estilos de vida do mundo ocidental, uma vez que isto, simplesmente, é  incompatível com a preservação das bases naturais da própria vida humana. Ou seja, se cada habitante deste planeta entrasse no secological foot steps dos homens do hemisfério Norte, precisaríamos dos ecossistemas de três planetasTerra.

 

Diante deste quadro, cabe perguntar de fato:

 

Barbárie ou O Que – Quais são as perspectivas de sobrevivência da espécie humana no século XXI?

 

Utilizaremos este espaço para dar voz àqueles que se opõem ao (PRE)conceito de que thereis no alternativeà uma ordem global que, segundo Samir Amin “encontra a sua verdadeira barreira histórica na polarização que ela mesma proporciona."

BACKGROUND - As guerras no Oriente Médio e a Revolução em Rojava no Norte da Síria

 

 

As mulheres que expulsaram o Estado Islâmico de Kobani: “O Estado Islâmico permanece, o Estado Islâmico cresce”. Revés sofrido pelos fundamentalistas surpreendeu o mundo. Nem o mais otimista analista político, nem a poderosa coalizão encabeçada pelos EUA para derrotar o EI, esperavam tamanha proeza. Antropólogo David Graeber conta como tudo aconteceu...

 

David Graeber narra Revolução de Kobane: Antropólogo anarquista conta experiência em territórios curdos libertados, onde partido marxista aderiu a práticas de autonomia e exército composto por mulheres expulsou ultra-fundamentalistas...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                    Mulheres curdas em guerra contra o Daesh (ISIS) Documentário de RT                                   A Luta do Povo Curdo e a Revolução das Mulheres

 

 

David Harvey vê a revolta curda e o pós-capitalismo

De Madri a Kobane, metrópoles são cada vez mais centrais para superar sistema, diz geógrafo — mas esquerda clássica prefere acalentar visão romântica sobre luta de classes

David Harvey é Professor de Antropologia e Geografia no Centro de Pós-Graduação da Universidade da Cidade de Nova York (CUNY). Ele estava na cidade de Diyarbakir, próxima ao Curdistão turco, para uma visita à região e também para participar de um painel na primeira Feira do Livro Amed com seu mais recente livro, Dezessete Contradições e o fim do capitalismo, traduzido em turco pela Sel Publishing. O colaborador da ROAR Sardar Saadi sentou-se com ele para uma entrevista.

 

 

 

 

 

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